Julho acaba e novos planos me aguardam.
Chego em Belém e leio na VEJA (edição 2228) sobre a frustração de Bill Gates em relação ao seu trabalho filantrópico com a educação pública dos Estados Unidos.
Sua empresa destinou 2,6 bilhões de dólares em projetos sociais no ano de 2010. A Fundação criou vinte pequenas escolas em cidades americanas com um trabalho diferenciado de acompanhamento dos alunos, porém seus resultados não foram os esperados.
Na matéria, o economista Naercio M. Filho, lembra que “na educação, os insumos são pessoas” e a educadora Maria Helena G. de Castro sugere o desenvolvimento de pesquisas, formação de professores e criação de avaliação de desempenho.
Boas discussões, mas eu fico aqui pensando com meus botões: Afinal, o que fazer para a melhoria do Ensino Público?
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