sexta-feira, 12 de agosto de 2011

É sexta feira...

É noite de sexta feira depois de andar "passeando" pelas notícias da semana, confesso que fiquei triste, pois vê o que descobri:
1. Juíza responsável por prisão de milícia é assassinada em plena rua do Rio de Janeiro;
2. Tempestades devastam a Ìndia;
3. Em Barcelona um grupo de ativistas manifestam-se contra as touradas;
4. O super gato (palavra antiga, mas apropriada) Gianecchini está com linfoma;
5. No continente Africano muitas pessoas morrem com FOME;
6. Amanhã, dia 13 de agosto, Fidel Castro - El comandante (responsável por muita gente no paredão), fará 85 anos.
Pois então meu leitor (a), concorda com o motivo de minha tristeza?

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Retorno


Julho acaba e novos planos me aguardam.

Chego em Belém e leio na VEJA (edição 2228) sobre a frustração de Bill Gates em relação ao seu trabalho filantrópico com a educação pública dos Estados Unidos.

Sua empresa destinou 2,6 bilhões de dólares em projetos sociais no ano de 2010. A Fundação criou vinte pequenas escolas em cidades americanas com um trabalho diferenciado de acompanhamento dos alunos, porém seus resultados não foram os esperados.

Na matéria, o economista Naercio M. Filho, lembra que “na educação, os insumos são pessoas” e a educadora Maria Helena G. de Castro sugere o desenvolvimento de pesquisas, formação de professores e criação de avaliação de desempenho.

Boas discussões, mas eu fico aqui pensando com meus botões: Afinal, o que fazer para a melhoria do Ensino Público?

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Férias

Imagem Google
     Durante os doze meses do ano, Belém apresenta duas estações: uma em que chove o dia todo e outra em chove todo o dia. É assim que nós dizemos por aqui por nossa linda cidade.
     Neste período de julho época de pouca chuva, portanto férias escolares.
     Sendo assim, todos os trabalhos de pesquisa que dependem das escolas ficarão parados.
     Eu recolhi uns livrinhos para ler neste período e informo aqui para que tenham interessem e me acompanhem:
     1. Jupp. K (1998). Viver plenamente: convivendo com as dificuldade de aprendizagem.Campinas, SP:Papirus.
     O tema central do livro é a inclusão. Selecionei uma frase do livro para incentivar a leitura: o verdadeiro fator incapacitante para muitas pessoas não são suas dificuldades de aprendizagem e sim a percepção que os outros têm delas.
     Machado. R. (2009). Educação especial na escola inclusiva: políticas, paradigmas e práticas. São Paulo: Cortez.
     O livro também versa sobre a inclusão, mas é uma explanação de um trabalho feito em Florianópolis.
     E para quem quiser algo diferente deste universo eu aconselho o livro A insustentável leveza do ser, de Milan Kundera. Sempre que posso eu o releio e nunca deixo de encontrar algo mais em cada leitura.

sábado, 2 de julho de 2011

Educação e renda

Estava lendo um jornal e vi a seguinte chamada: Pesquisa comprova a relação entre educação e renda. Ora, não é novidade que o investimento em educação está intimamente ligado ao crescimento econômico, não precisa fazer muito estudos para que se comprove este fato.

Ah! E essa continha: “quando o governo gasta R$1,00 em educação básica, o PIB aumenta em R$ 1,85 e a renda das famílias aumenta em R$ 1,67” – Bem, é muito complicado compreender, mas uma coisa é certa, quando nós professores fazemos um bom trabalho em sala de aula, quando o governo assume sua função com uma boa gestão vemos os resultados na comunidade toda.

Investimento! Essa é a meta. Investimento em trabalho, em gestão, em atenção, em planejamento...
(Fonte: uol.com.br)

segunda-feira, 27 de junho de 2011


foto Google

Foi enterrado hoje Paulo Renato Souza, Ministro da Educação no governo de FHC.

Deixou o legado de uma nova estruturação no Ministério da Educação, tendo como principais feitos o Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM que facilita o ingresso de jovens nas Universidades; com o chamado Provão, que era o Exame  Nacional de Cursos Superiores  que objetivava identificar bons cursos superiores;  a universalização do Ensino Fundamental, assim como a expansão da Educação Infantil, da Educação de Jovens e Adultos  e a estruturação da Educação Especial; a implementação do FUNDEF;  a atual LDB também foi homologada durante sua gestão.

Seu falecimento foi comentado por um de seus  filhos, como uma morte “completamente indolor”, pois aconteceu enquanto  dançava.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

"Olha pro céu meu amor!"

Hoje é dia dele: São João. É festa importante no nosso calendário, pois neste dia é que surge a nomenclatura junina – festa religiosa trazida de Portugal que não tem uma origem tão religiosa assim. Isso mesmo a festa tem origem pagã em comemoração ao solstício de verão do hemisfério norte.
Independente de onde surgiu, aqui em Belém, esse dia é muito comemorado e vários são os costumes:
A fogueira é o registro de que a festa decorre do paganismo, mas na cristandade representa o aviso que foi dado por Isabel - de que João Batista havia nascido - a Maria, mãe de Jesus. É lindo armar a fogueira e fazê-la queimar até o final servindo para que os foguetinhos sejam espocados e o milho seja assado. Mas não é só isso não, quando ela está no finzinho, as amigas aproveitam para passar de “comadre”.
Nas festas também são erguidos os mastros dos santos, dizem que devemos aproveitar o mastro e fazer um pedido a um dos santos – Santo Antônio, São João e São Pedro.
Também não há festa boa sem as brincadeiras juninas, essas são as que mais gosto. As simpatias servem para fazer moça casar, mas tem as adivinhações de sorte, o quebra pote, o pau de sebo, ...
Meu leitor, pensaste que eu não ia falar do mais gostoso: a comilança? É mingau de milho, é canjica, é pamonha, é vatapá, é tacacá, é pé de moleque, é paçoca, ...
Ah, não posso deixar de falar da quadrilha junina! Não há festa boa que não tenha uma quadrilha nem que seja inventada na hora.
É isso ai, meu leitor, não esquece de pedir a coisa certa ao Santo certo!!!

“Eu pedi numa oração
Ao querido São João,
Que me desse um matrimônio.
São João disse que não!
São João disse que não!
Isto é lá com Santo Antônio!”

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Sobre Estudo de caso

Eu li o livro Gilberto Martins (2008) para fazer meu projeto de pesquisa e resolvi colocar aqui algumas observações que fiz do livro e aconselho para quem está nesta caminhada de confecção de TCC, monografias e teses, que transforme este livro em seu  acompanhante, pois ele tem uma leitura muito simples e exata sobre o que é e como deve ser organizado um Estudo de Caso.
Posto aqui a primeira parte do livro, logo mais coloco o resto.

Martins, G. d. (2008). Estudo de caso:uma estratégia de pesquisa. São Paulo: Atlas.
Requer uma pesquisa qualitativa e estuda uma unidade social e a analisa de forma profunda. Pesquisa fenômenos dentro de seu contexto real, sendo assim o pesquisador não tem controle sobre os eventos e as variáveis. O problema é um objeto delimitado e permite uma infiltrar-se na realidade social.
É importante que se faça um levantamento, uma seleção, um julgamento  criterioso do tema-problema da pesquisa para que tenha esta tenha validade e confiabilidade do estudo.
Predicados do Estudo de caso:
1.    Deve ser importante;
2.    Deve ser eficaz;
3.    Deve ser suficiente;
4.    Deve ser relatado de maneira atraente.
Deficiências que pode aparecer num trabalho não científico:
1.    Análises intuitivas, primitivas e impressionistas;
2.    Apresentação simplória de relatos históricos;
3.    Uso da pesquisa para comprovar posições preconceituosas.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Bastam 15 minutos por dia e...adeus, dor!

Após um longo dia de trabalho, nada melhor que uma boa noite de sono, mas quando as dores no corpo atrapalham este prazer, o melhor a fazer e esticar...
Veja o que achei  e executei - funciona e nos deixa prontos para mais um turno de atividades.
Bom proveito!
Bastam 15 minutos por dia e...adeus, dor! - Conheça agora um programa de atividades físicas personalizado, que ajuda a aplacar dores crônicas nos ombros, de cabeça, nos joelhos, nas costas e até as terríveis cólicas menstruais

sábado, 18 de junho de 2011

Aniversário

Não poderia deixar passar os 69 anos de uma figura que marcou uma época: Paul McCartney.
E decidi lembrar momentos, para isso nada melhor que fotos que demonstram este passar de tempo:
Aqui bem novinho começando a fazer história.

Todos já sabiam quem era, inclusive suas amigas: as drogas.

Aqui um senhor que não precisa de apresentação...

Curso Lato Sensu em Libras

Abertas inscrições para o Curso de Especialização em Educação Especial com habilitação em Libras.
O curso tem a carga horária de 405 horas e terá matrícula até julho/2011. Inicia em agosto de 2011 e o investimento é com a inscrição em R$ 50,00, a matrícula por R$ 80,00 e as 15 mensalidades a R$ 149,00.
Para quem tem disponibilidade aconselho fazer.
Para as informações podem procurar a Ativa - Assessoria e Consutoria Educacional pelo fone: (91) 3285-4722.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Brincadeiras

Depois da notícia sobre as greves no Brasil, lembrei desta tirinha da Mafalda e de Rubem Alves dizendo que "o mundo é um grande brinquedo... O mundo é pra ser brincado... A vida é para ser brincada... Tudo o que se aprende são objetos de prazer".
Que nós, professores não esqueçamos de que somos instrumentos deste prazer da aprendizagem.
Boa sexta feira!

Greves pelo Brasil


Foto: Noroblog
No grande território brasileiro repleto de diferenças regionais existe uma coisa em comum: greves de professores. São sete os estados em que estes profissionais cruzaram os braços requerendo do governo aumento salarial, melhores condições de trabalho, cumprimento de legislações como Plano de Carreira.
• Amapá: Já são 30 dias de greve e a categoria votou para a continuação;
• Mato Grosso: Greve deflagrada desde o dia 6 de junho, sendo que a principal reivindicação é um piso salarial único de R$ 1.312 – lembrando que o piso nacional é de R$ 1.187;
• Fortaleza: Desde o dia 26 de abril fora de sala de aula, a Justiça determinou retorno imediato a partir do dia 15 de junho.
• Rio Grande do Norte: A greve está firme desde o fim de abril e a categoria requer reajuste de 21,76% nos salários. Lembro que foi nesta greve que tivemos a fala excepcional da prof.ª Amanda numa audiência pública;
• Minas Gerais: A decisão de parar foi tomada dia 8 de junho com a exigência do pagamento do piso salarial nacional;
• Rio de Janeiro: A greve começou dia 7 de junho com a solicitação de 26% de reajuste e a obediência ao plano de carreira. Nesta sexta feira houve uma grande passeata pelas ruas do Rio;
• Santa Catarina: Desde o dia 18 de maio, os profissionais da educação solicitam o piso salarial nacional.
Aqui em Belém, os professores estaduais estão em estado de greve aguardando as resoluções do governo sobre o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR).
Independente das justas reivindicações é importante não esquecer da reposição destes dias aos alunos – reposição com qualidade, afinal temos que cumprir nossa função social.
(dados do site UOL Educação)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Atendendo aos pedidos, o Portfólio que serviu como avaliação

UNIVERSIDADE DE ÉVORA
DEPARTAMENTO DE PEDAGOGIA E EDUCAÇÃO
MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO - AVALIAÇÃO EDUCACIONAL

PORTFÓLIO

Disciplina: Avaliação e Desempenho Profissional
Docente: Profª Isabel Fialho
Aluna: Nadiege do Socorro Jardim da Silva

Belém - Pa
Junho/2010

INTRODUÇÃO

Este material faz parte de uma proposta de avaliação da disciplina Avaliação e Desempenho Profissional. Estruturou-se num grupo de estudos, onde discutimos sobre vários exemplos de portfólios e chegamos a conclusão de que é um instrumento capaz de demonstrar uma caminhada de aprendizagem.
Para a construção deste instrumento, desconstruí alguns conceitos e, nesta desconstrução apareceram muitas dúvidas, sendo a principal a questão: como organizar um dossiê demonstrativo de registro de ação pedagógica possuindo uma extensa caminhada de vida profissional e, no momento, distanciada do ambiente escolar?
A resposta foi o próprio mestrado: registrar o que estava sendo significativo na caminhada do curso e, para isso, teria que remexer as anotações, os materiais já guardados, as lembranças dos momentos passados.
O trabalho ficou pronto e foi dividido em três partes. A primeira são os Caminhos Iniciais, onde estão expostas reminiscências de minha vida profissional, citando alguns momentos mais significativos. A segunda, Perspectiva do Mestrado, onde relato o fato que me trouxe de volta aos estudos. Na terceira parte, Retorno à Sala de Aula, aventuro-me a relembrar fatos de cada uma das onze disciplinas que fazem parte desta caminhada ao título de Mestre em Ciência da Educação.

1. CAMINHOS INICIAIS

Meu nome é NADIEGE DO SOCORRO JARDIM DA SILVA, sou licenciada plena em pedagogia desde o ano de 1986, com habilitação em administração escolar e orientação educacional, especialista em gestão escolar e informática educativa. Em 1996 conclui a faculdade de Direito, porém nunca exerci a função, pois já havia sido fisgada pela educação e nela vivo há exatamente 28 anos.
Iniciei minha carreira na educação como professora alfabetizadora durante dezessete anos e, durante este período, Alves (1994) me fez perceber que “aprende-se para não precisar pensar” (p.28). Entendi que ler é uma atitude própria do ser humano, portanto não há motivos para submeter o leitor a experiências – é só ler, porque a ação de alfabetização é proporcionar ao aprendiz da leitura a própria leitura. É claro que esta conclusão me foi esclarecida por um árduo percurso em que tive grandes companheiros: colegas de trabalho, minha mãe – professora e, muitos, muitos erros.
Em 1988, fui convidada a assumir a direção de uma escola pública estadual. Com apenas cinco anos de profissão e 23 anos de idade este era o maior desafio de toda minha vida e admito que até hoje o considero como tal. Nessa função fiquei até 1998 e nela aprendi (Lenhard, 1978) a importância da comunicação, a necessidade de uma ação planejada em conjunto, a singularidade da organização e da descentralização, a utilidade da incentivação ao comprometimento, a inevitabilidade da burocracia, entre outras.
As mudanças nos governos me fizeram ter saudade da sala de aula e para ela retornei. Trabalhando com alunos de ensino médio e com formação de professores.
Em 2000, fui convidada a fazer parte de uma escola especializada em deficiência intelectual. Nesta instituição fui apresentada a uma realidade diferente de tudo o que havia feito. Fazia parte de uma equipe multidisciplinar que trabalhava com a habilitação e a reabilitação da pessoa deficiente. Tal realidade colocou-me diante de uma situação que só conhecia pela teoria: a descriminação do diferente. Fui arrebatada pela causa, mas para isso tive que reunir posicionamentos nas diversas áreas do conhecimento tentando compreender os conceitos antagônicos sobre deficiência intelectual. Dentre as discussões a questão da inclusão é pauta principal, não como uma obrigação legal, afinal a Constituição Federal de 1988 (Brasil, 2000) preconiza que a educação prepare o cidadão para o exercício da cidadania e o pleno desenvolvimento como pessoa (art. 205), mas como uma consequência de aprimoramento das escolas ao atendimento dos alunos de um modo geral, visando a qualidade de ensino.
Na caminhada, hoje em dia, trabalho em dois órgãos diferentes: Estado e Prefeitura, exercendo funções variadas. No Estado sou orientadora educacional, responsável pelo acompanhamento de alunos com deficiência intelectual em escolas regulares; na Prefeitura exerço a função de coordenadora educacional responsável pela organização de dois turnos de uma escola na periferia de Belém.

2. A PERSPECTIVA DO MESTRADO

Em 2009 a rede estadual promoveu um concurso público e as escolas ganharam dezenas de professores recém-saídos das universidades. Este fato proporcionou o preenchimento das vagas nas escolas que há tempo sobreviviam com um quadro profissional incompleto, mas trouxe também um embate entre a realidade dos antigos funcionários e a teoria dos novos concursados, entre a prática e a expectativa da ação dos professores já lotados com a falta de idealismo dos novos professores.
A equipe que entrava trazia novidades e, no exercício da função, necessitava organizar e dirigir situações de aprendizagem, administrar a interrelação em sala de aula, envolver os alunos com o conteúdo, trabalhar em equipe, informar e envolver a família dos alunos, utilizar novas tecnologias objetivando o desenvolvimento do conteúdo para a aprendizagem, enfrentar os dilemas éticos da profissão de educador.
Na tentativa de moderar esta situação: a ausência de resiliência entre o grupo de professores estava a equipe técnica da qual eu fazia parte e, a proposta, foi realizar um ciclo de formação e atendimentos individual e em grupo, porém apareceu uma barreira dentro do próprio grupo responsável pela formação e equilíbrio e, em seguida, surge um problema maior: a questão da gestão.
Nesta realidade decidi que necessitava buscar caminhos para não perder meu equilíbrio pessoal, conservar minha posição profissional reconhecida no meio e continuar com as relações harmônicas que havia feito durante o tempo em que lá trabalhava.
Surgiu a oportunidade de retornar aos estudos, servindo para visualizar um mundo de possibilidades.


3. RETORNO À SALA DE AULA

Chegou o dia: 23 de abril de 2010 – Início das aulas de Mestrado. Meu primeiro olhar na sala de aula do curso foi para a heterogeneidade dos colegas. Eram artistas, professores de física, de geografia, matemática, língua portuguesa, língua inglesa, jornalista,...
Dá-se inicio à aula com um sotaque português vindo de uma voz doce, mais firme. A disciplina: Investigação em Educação, onde são expostas as linhas de investigação do curso e surge a pergunta: O que é investigar? Vários são os conceitos trabalhados em sala e, na agitação dos colegas, eu apreendo que a investigação tem uma função social e possui necessidade de ser feita de forma sistematizada. São apresentados os principais paradigmas em investigação, os colegas remexem-se inquietos e minhas dúvidas aumentam. Antagonismo ou complementariedade? Generalização ou objetividade? A professora lança as questões e percebo o quanto me custaram todos estes anos fora da sala de aula.
Sou apresentada a American Psychological Association – APA, uma normatização que não conhecia, aliás, percebo que tenho que procurar saber muita coisa a partir de agora. Mais conceitos são lançados: investigação básica, considerações éticas na investigação, as armadilhas com as quais nos deparamos numa pesquisa, as etapas do processo investigativo,... Neste momento o grupo de alunos já possuía algo em comum: muitas dúvidas e isso fez com que houvesse as primeiras identificações pessoais que nos levaram ao nosso primeiro café da manhã, fazendo-nos parecer que todo o conteúdo não era assim tão assustador, pois a senhora de voz firme apreciou o gesto e ria de nossos medos e apreensões, acalmando-nos. O trabalho final foi um projeto de investigação onde iríamos utilizar todo o conteúdo informado naquelas, agora vistas como curtas, horas de estudo.
Rapidamente passa o tempo, aliás, é característica do tempo passar sem nos avisar de sua passagem. Somos apresentados a um senhor muito sério e seguro de si, na disciplina Filosofia da Educação, que nos assusta com uma pergunta simples: O que é Educação? E percebo o quanto sabemos tudo até sermos questionados sobre este tudo. As aulas são repletas de discussões, muitas são as ideias trabalhadas, e como aquele professor cresce, encorpa, lançando pérolas filosóficas: (Dias, 2010) “O conhecimento é efêmero”; “O subjetivo é que constrói o mundo. Todos os deuses são permitidos”; “Quanto vale R$2,00? – Vale o quanto eu quiser que valha!”; “Eu, pessoa, sou obrigada a ser, pois quando da vida eu sair, ficará meu testemunho”; “A sala dos professores não pode ser o feudo do mundo”; “É necessário que nós nos reinventemos a cada fase do caminho”; “O professor não pode ser um viúvo de todos os enterros”; “As pessoas não querem ser números, querem ser pessoas”; “Para a reflexão é necessário o silêncio”; “Beleza é igual a talento: vê-se logo”; “O outro é um infinito”; “É necessário tudo a todos de todas as maneiras possíveis”; “A escola não deve simular a vida, a escola deve ser a vida”... Cada frase lançada agita o grupo, a sala ferve e vejo a minha frente a delícia de ser um bom professor e lembro de Alves (1994) identificando o corpo como um lugar onde adormece um universo que é acordado pelo poder das palavras e essas são mágicas, pois (Alves, 1994) “é no lugar onde a Palavra faz amor com o corpo que começam os mundos” (p. 53).
Durante um dia de muito sol, acontece a terceira disciplina. Entro na sala e vejo uma linda mulher com um sorriso tímido diante de tantos rostos curiosos. A disciplina é Avaliação de Organizações Escolares e a pergunta inicial feita é: O que é Avaliação? Pergunta que é desenvolvida utilizando a ideia de processo que delimita, obtém e fornece diagnóstico que irá possibilitar uma tomada de decisão. A aula é desenvolvida de forma muito didática e estruturada, seguindo rigidamente ao programa entregue aos alunos da turma. Somos apresentados ao Common Assessment Framework (CAF), uma ferramenta de avaliação utilizada pela Europa, o que me fez lembrar o processo de avaliação submetido pelas escolas públicas para a aplicação do Plano de Desenvolvimento Escolar em 2009. A turma já está formando grupos pequenos de acordo com os interesses individuais.
Outubro vem trazendo a festa de Nossa Senhora de Nazaré, padroeira do Estado e a quarta disciplina: Teorias e Modelos de Avaliação Educacional. Acompanhada pelo programa da disciplina distribuído, sinto-me perdida na exposição que acontece na sala e, chamada a pensar sobre a frase: (Bonito, 2010) “cada ação exige um cumprimento de metas”, fico em dúvida sobre qual é a meta que me está sendo cobrada e de que forma será esta cobrança. Socorre-me a quadra (Quintana, 2007) “Meu saco de ilusões, bem cheio tive-o. Com ele ia subindo a ladeira da vida. E, no entretanto, após cada ilusão perdida... Que extraordinária sensação de alívio!”.
O tempo passa como um louco e com ele os preparativos para mais cinco disciplinas, porém com um diferencial: (Pessoa, 2001) “falta cumprir-se Portugal”.
Chegamos ao além-mar e somos apresentados a uma terra repleta de histórias que verei intercaladas com a minha própria história. Dá-se início à quinta disciplina: Avaliação de Programas e Projetos. Para o desenvolvimento dela recebemos de presente um educador para a liberdade, amante das palavras, que nos leva a passear num mundo repleto de descobertas e certezas, a turma vai a loucura, mas, infelizmente, neste momento, o tempo não nos ajuda e ficamos com a certeza de que (Sebastião, 2011) “o caminhante não faz caminho se não caminhar”...
Nossos caminhos cruzam com a simpatia responsável pela sexta disciplina: Avaliação e Desempenho Profissional. A pergunta retorna a pauta: O que é avaliar? Agora trabalhamos no âmbito do perfil da qualidade docente para que diagnostiquemos, controlemos, melhoremos e classifiquemos a ação do professor, melhorando a eficácia desta. Novamente o desenvolvimento estruturado do programa e o tempo nos ajudam a um melhor contato identificando novos amigos.
O tempo frio dói e faz aumentar a saudade, mas a caminhada continua e somos apresentados a uma figura frágil e tímida responsável pela disciplina: Avaliação de Currículos. Apesar da distância, sinto-me em casa, pois o conceito trabalhado me é conhecido: currículo, e a aula se transforma em um passeio por terras conhecidas.
O frio aumenta e somos colocados em uma situação dual: a tecnologia dentro de um espaço histórico. Era a disciplina: Avaliação de Recursos Educacionais desenvolvida numa sala secular com uma simplicidade própria dos grandes mestres que vem nos lembrar da importância da informação em sala de aula.
Já em contagem regressiva para o retorno aos braços da família, somos apresentados à disciplina Investigação e Avaliação em Educação, desenvolvida por um alentejano que nos proporciona um passeio poético pela vida do Alentejo e nos faz ficar com saudades desta nova terra recém-descoberta.
Durante o tempo que lá passamos, fomos apresentados ao sistema educativo de Portugal, levando-nos, inconscientemente, a comparação com o nosso. Também nos foi contada à história daquele local: Universidade de Évora. E aproveitei para participar de um sábado pedagógico, conhecendo o Movimento da Escola Moderna.
Assim passou-se o tempo e (Pessoa, 2001) “valeu a pena? Tudo vale a pena se a alma não é pequena”.
Refizemos o caminho dos descobridores e fomos recebidos carinhosamente pela família saudosa, pelo calor e pela chuva tropical. Mas a caminhada continuava e recebemos, já em nossa terra, um moçambicano tentando fugir do sotaque, expondo sobre Avaliação de Aprendizagem, deixando-nos questões pertinentes para nossa prática em sala de aula e sobre os resultados que almejamos com esta prática.
Com o sentimento de angústia, reencontramos nosso poeta/professor para desenvolver o Seminário de Acompanhamento e Apoio à Investigação. E quantas são as dúvidas expostas em sala. O que é? Como é? Como será? Pode? O suplício torna-se individual quando tomo conhecimento que deverei refazer todo o projeto apresentado e aí dá vontade de gritar: (Andrade, 2006) “Mundo mundo vasto mundo, se eu me chamasse Raimundo seria uma rima, não seria uma solução”.


4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

É prazeroso ver o trabalho que foi projetado, pronto. E o prazer torna-se maior quando este trabalho nos remete a uma turnê por nossas experiências, fazendo-me lembrar de Boff (1997) dizendo que “cada leitor é co-autor”, pois sinto-me autora e co-autora desta história.
Chegar até aqui foi uma caminhada difícil, pois inicialmente não sabia o que fazer com tantas histórias e tantas particularidades significativas ao longo destes anos de profissão.
A seleção foi difícil, pois antes passei em revista tantas outras histórias vividas nestes 28 anos de educação. Lembrei de escolas bem equipadas e outras nem tão equipadas para o desenvolvimento dos trabalhos planejados, de colegas com ideais que buscavam a mudança convivendo com colegas que já tinham se adequado ao pouco que era oferecido, lembrei também de alunos que me conceituaram como profissional.
Talvez a seleção que fiz – o curso de mestrado, não esboce todas as lembranças pelas quais eu caminhei nestes dias, mas (Boff, 1997) “todo ponto de vista é a vista de um ponto” e tinha que escolher uma abordagem. Acredito que fiz a escolha certa.

5. BIBLIOGRAFIA

Alves, R. (1994). A alegria de ensinar.  São Paulo: Ars Poetica.
Andrade, C. D. (2006). Antologia Poética. Rio de Janeiro: Record.
Boff, L. (1997). A águia e a Galinha. Petrópolis: Vozes.
Bonito, J. (2010). Apontamento das aulas de Teorias e Modelos de Avaliação Educacional. Portugal: Universidade de Évora.
Brasil. (2000). Constituição da Repúlblica Federativa do Brasil. São Paulo: Saraiva.
Dias, J. B. (2010). Apontamento das aulas de Filosofia da Educação. Portugal: Universidade de Évora.
Lenhard, R. (1978). Introdução à administração escolar. . São Paulo: Pioneira.
Neto, A. (2011). Apontamento das aulas de Investigação e Avaliação em Educação II. Portugal: Universidade de Évora.
Pessoa, F. (2001). Mensagem. São Paulo: Martin Claret.
Quintana, M. (2007). Quintana de Bolso. Porto Alegre: L&P Pocket.
Sebastião, L. (2011). Apontamento das aulas de Avaliação de Programas e Projetos. Portugal: Universidade de Évora.

Eu li nos jornais de hoje...

1.       Professores e técnicos da Secretaria de Estado de Educação saem das escolas e vão até o secretário de Estado, Nilson Pinto, solicitar a implantação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração – PCCR, que há um ano foi aprovado e que até hoje não foi implantado.  Eu só espero que o governo não fique estudando a implantação durante os próximos três anos.
2.       Auditoria do Tribunal de Contas do Estado, atesta rombo de R$6 milhões  na folha de pagamento da Assembleia Legislativa.  E mais coisa errada ainda está por aparecer, enquanto isso ficamos esperando a remuneração justa nos salários dos professores.
3.        Nuvens impediram que os belenenses vissem o fenômeno do eclipse.  O pior é que teremos que esperar 18 anos para o próximo. É menos tempo que esperar pelas prisões dos envolvidos no escândalo da Assembleia Legislativa.
4.       Superior Tribunal Federal, libera Cesare  Battisti. Essa é pra vestir a camisa do “eu já sabia”. Agora o assassino está tão inspirado que planeja lançar um romance.
5.       “Superintendente da CTBel vai ás ruas e flagra várias irregularidades”.  Faz-me rir! Fiquei curiosa: só agora ela foi às ruas?

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Conferência Livre

Nesta quarta feira, dia 15 de junho, às 19 horas, no Auditório da Centro de Ciências Sociais e Educação – CCSE da Universidade do Estado do Pará (UEPA), acontecerá uma Conferência Livre com o tema: Pessoas com deficiência – da invisibilidade à inserção social.
                O objetivo do evento é divulgar o Decreto Federal nº 6.949.20 que dispõe sobre a Convenção  Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinado em Nova York, em 30 de março de 2007, realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU), que dispõe sobre políticas públicas e direitos das pessoas com deficiência, principalmente o artigo 9 que trata da acessibilidade.
                O convite acaba de chegar via e-mail de uma grande amiga, Rosana Almeida. Verei se dá tempo de passar por lá.

Caminhada

Estou debruçada no computador terminando alguns trabalhos que deverão ser entregues ainda em junho. Um já enviei que foi o Portfólio, por sinal, numa auto avaliação, ficou muito bom e, a pedidos, devo colocá-lo por aqui para que seja apreciado por quem me segue.
Agora só faltam quatro. Estás achando que sou muito otimista? Não. É que antes ainda faltavam cinco e nenhum tinha sido iniciado, agora eu conclui um e tenho dois como bola da vez.
Esta é a maior questão em retornar aos estudos depois de tanto tempo: perdemos a engrenagem de resolver problemas pequenos – como fazer uma tarefa para avaliação.
Mas o que estou fazendo aqui? Deixa eu continuar trabalhando!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Boas e más notícias...

A Presidência da República do Peru, na figura do presidente, Alan García, a aproximadamente um mês de deixar a casa, informou hoje, em uma cerimônia, que o Peru “está livre” do analfabetismo e que dos 1,7 milhões de peruanos alfabetizados nos últimos anos, 70% são mulheres.
Esta é a boa notícia. A má notícia é que 30% da população estão na faixa de pobreza, problema que ficará para o sucessor de Garcia.
Enquanto isso, aqui no Brasil, caminhamos a passos de cágado. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou em 2009, que somamos 14,1 milhões de analfabetos – 9,7%, a maioria homens maiores de 25 anos e localizados na região nordeste do país. Isso sem contar com a taxa dos analfabetos funcionais – pessoas de 15 anos ou mais de idade com menos de quatro anos de estudos completos, que é de 20,3%.
Vendo esses dados, chego a conclusão de que temos muito, mais muito trabalho para fazer nas nossas escolas, pois é de lá que vem estas estatísticas. Portanto: mãos a obra!

Bullying

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte aprovou nesta terça feira, dia 14, um projeto de lei para que as escolas trabalhem ações de prevenção e combate ao bullying - práticas de intimidação e agressão entre os alunos.
O tramite do projeto é passar pela Câmara, onde será analisado e depois poderá fazer parte da lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).
O Projeto também sugere que haja capacitação dos profissionais das escolas, propõe a interação entre professores e pais de alunos, articulação entre gestores e autoridades responsáveis pela segurança pública e o trabalho propriamente dito com as crianças, os adolescentes e os jovens sobre o que é bullying e suas consequências nas vítimas.
Lembro que o problema maior é a falta de respeito entre as pessoas que fazem parte do universo da escola. O bullying é o resultado desta relação que não apresenta nenhuma das tão "antiguinhas" regras de convivência que devem ser aprendidas na família.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Pessoa

Hoje, dia 13 de junho, faz 123 anos de nascimento do grande poeta Fernando Antonio Nogueira Pessoa  (Lisboa, 13 de Junho de 1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935),  mais conhecido como Fernando Pessoa.
Muitos são os que o consideram o maior poeta do século XX.
Sua história é marcada por timidez, solidão e uma enorme imaginação, talvez isso tenha proporcionado o desenvolvimento das suas muitas personalidades, denominadas de heterônimos, cada qual com uma biografia própria, sendo os três principais: Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos.
“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares”. (Pessoa)

Festa


fotos google
 Andando pelas ruas da cidade, vi uma imagem que me deixou saudosa: uma criança com trajes juninos.
Este período de junho é de grande trabalho nas escolas, mas é também muito prazeroso, pois os corredores borbulham com crianças correndo de um lado para outro para não perderem o horário dos ensaios das danças: vaqueiro, forró, quadrilha, marujada, ciranda,...
Este envolvimento cultural proporciona a reunião de todos das escolas para enfeitar os espaços, organizar as vestimentas, preparar as comidas típicas, selecionar as brincadeiras,... Tudo para o grande dia escolhido antecipadamente, porém realizado a cada dia deste festivo mês.

Plano Nacional de Formação de Professores

Prorrogado até domingo, dia 19 de junho, o prazo para a confirmação de inscrição aos professores indicados para o curso de extensão e aperfeiçoamento na Plataforma Freire.
A Plataforma Freire foi criada pelo Ministério da Educação (MEC), objetivando realizar cursos de formação inicial e continuada para professores em todos os estados do Brasil, através do Portal do Ministério.
http://freire.mec.gov.br/

sábado, 11 de junho de 2011

Sobre o Enem 2011

O MEC acaba de liberar o resultado das incrições para o Enem que fechou na sexta, dia 10 de junho. Foram 6,2 milhões de inscritos, ou seja, 1,6 milhões a mais que no ano de 2010.
A Região Sudeste apresentou maior número de estudantes inscritos, seguida pela Região Nordeste, depois a Região Sul, a Região Norte e, por último a Região Centro-Oeste.
Agora é só esperar as provas que estão marcadas para os dias 22 e 23 de outubro deste ano e, principalmente, torcer para nada de irregular aconteça.

Portfólio

O trabalho da disciplina Avaliação e Desempenho Profisssional nos deu a oportunidade de construir um Portfólio.
A primeira pergunta foi: como Fazer este instrumento?
Portfólio vem originado dos profissionais de arquitetura, desenho, artistas variados que selecionam os melhores trabalhos da sua vida profissional e os organizam objetivando que sejam apreciados. Então, como fazer isso na área educacional? Muitas foram as tentativas feitas por mim, até que decidi organizar minha caminhada no Mestrado em Educação fazendo um material demonstrativo deste caminhar.
O trabalho ficou pronto e foi dividido em três partes. A primeira são os Caminhos Iniciais, onde estão expostas reminiscências de minha vida profissional, citando alguns momentos mais significativos. A segunda, Perspectiva do Mestrado, onde relato o fato que me trouxe de volta aos estudos. Na terceira parte, Retorno à Sala de Aula, aventuro-me a relembrar fatos de cada uma das onze disciplinas que fazem parte desta caminhada ao título de Mestre em Ciência da Educação.

O papel da avaliação | Planejamento e Avaliação | Nova Escola

O papel da avaliação Planejamento e Avaliação Nova Escola
A reportagem expõe alguns resultados da Prova Brasil. Mais uma vez nossas escolas não apresentaram boas médias, mas percebemos o quanto é importante a continuidade em um controle atracés da avaliação contínua de resultados.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Numa audiência pública, professora Amanda expõe nossa realidade docente.

X Encontro de Educadores Gestores do Pará da Câmara Setorial de Educação - ACP

Este encontro aconteceu nos dias 29 e 30 de abril/2011. No dia 29: abertura com uma homenagem ao professor Manoel Leite Carneiro, logo depois houve uma palestra com o prof Nilson Pinto, Secretário de Estado de Educação. No dia 30 a abertura dos trabalhos foi fenomenal com palestra da profª Adriana Menezes sobre o desafio da Inclusão e, após, deu-se as oficinas, sendo que eu participei da Oficina sobre a mediação de relacionamentos com a mediadora Myrle Braunn.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Boas vindas

- Boca de forno!
- Forno!
- Jacarandá!
- Dá
- E o que eu mandar?
- For!
- E se não for?
- Apanha um bolo!
Ordens dadas, ordens que tentarão ser cumpridas.
Bem vindo a este espaço onde ficarão registrados os caminhos de minha aprendizagem.