| Foto: Noroblog |
• Amapá: Já são 30 dias de greve e a categoria votou para a continuação;
• Mato Grosso: Greve deflagrada desde o dia 6 de junho, sendo que a principal reivindicação é um piso salarial único de R$ 1.312 – lembrando que o piso nacional é de R$ 1.187;
• Fortaleza: Desde o dia 26 de abril fora de sala de aula, a Justiça determinou retorno imediato a partir do dia 15 de junho.
• Rio Grande do Norte: A greve está firme desde o fim de abril e a categoria requer reajuste de 21,76% nos salários. Lembro que foi nesta greve que tivemos a fala excepcional da prof.ª Amanda numa audiência pública;
• Minas Gerais: A decisão de parar foi tomada dia 8 de junho com a exigência do pagamento do piso salarial nacional;
• Rio de Janeiro: A greve começou dia 7 de junho com a solicitação de 26% de reajuste e a obediência ao plano de carreira. Nesta sexta feira houve uma grande passeata pelas ruas do Rio;
• Santa Catarina: Desde o dia 18 de maio, os profissionais da educação solicitam o piso salarial nacional.
Aqui em Belém, os professores estaduais estão em estado de greve aguardando as resoluções do governo sobre o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR).
Independente das justas reivindicações é importante não esquecer da reposição destes dias aos alunos – reposição com qualidade, afinal temos que cumprir nossa função social.
(dados do site UOL Educação)
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